A oração que Deus disse: Não !

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

“E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra: e pondo-se de joelhos, orava, dizendo:
Pai, se queres afasta de mim este cálice; todavia não faça a minha vontade, mas a Tua”. (Lc 22:41-42)
Muitos acham que é o amor de Deus só é “amor” quando nos livra da dor.
Que precisamos ouvir de Deus um “SIM” e que o Senhor, só é Deus, quando faz tudo por mim. Acreditamos que nossa riqueza material é oreflexo de nossa prosperidade espiritual.
Que Deus é obrigado e irá responder a todas as orações que fazemos.
E se Deus não responder a todas as nossas orações é porque Ele não se importa conosco ou que não nos ama.
Este e muitos outros “equívocos espirituais” tem permeado o pensamento de muitos cristãos.
Aliás, são esses equívocos“de extremos” que tem sido o erro de muitos cristãos, principalmentesob aqueles que ainda são “bebês espirituais” na fé.
Há momentos que como crentes “descremos” que alguém ou algopossa intervir em nossa situação. Como discípulos de Cristo em uma tempestade revoltosa de nossa vida, achamos que “Deus está dormindo” e que não se preocupa com nossa situação. (Mc 4:38).
Aqueles que acreditam que o Senhor “não se liga” com seu problema, pois sua oração ainda não foi respondida, são os mesmos que não conseguem enxergar o propósito além daquela situação. Porém o que não entendemos é que em tudo o Senhor tem um plano perfeito para nossa vida. Talvez não entendamos o propósito naquele momento, mas a verdade é que sempreno final conseguimos enxergar com perfeição a vontade de Deus.
Vemos, por exemplo, a história da morte de Lázaro. Quando Jesus foi informado da situação de Lázaro, seu amigo , este ainda se encontrava doente. Vemos que Jesus ficou ainda dois dias no lugar que se achava (Jo 11:6).
Poderia Jesus ter ido a casa de seu amigo Lázaro e dado uma palavra de cura a ele como foi com a filha de Jairo?(Mc 5:41-43). Sim, poderia.
Poderia Jesus ter dado apenas uma palavra a Lázaro , mesmo no lugar que estava, como foi com o servo do centurião? (Mt 8:8;13). Também poderia.
Mas o plano de Deus sempre é melhor daquilo que achamos. E o plano de Deus foi ressuscitar Lázaro para manifestar a glória de Deus e para que o filho fosse glorificado pela cura desta enfermidade (Jo 11:4).
O que não entendemos é que para tudo existe um plano de Deus e também um propósito para todas as coisas. Como diz Salomão:
Existe um tempo determinado para todo propósito debaixo do céu. (Ec 3:1)
Porque para todo propósito há tempo e modo (Ec 8:6).
Creio que o tempo e o modo de Deus agir está relacionado ao propósito soberano de Deus. Nada está predeterminado a acontecer em nossas vidas. O fatalismo ou mesmo a predestinação humanaestão sujeitas ao propósito ou seja a um plano divino. O Senhor está comprometido com seu plano original e sua missão do que muitas vezes com aquilo que se pede, embora o Senhor se agrade daquele que pede. (Lc 11:9, Jo14:13, 15:7; 16:26; 1 Jo 3:22).
Mas o Senhor ressalta dizendo:
E esta é a confiança que temos Nele: que, se pedirmos alguma coisa, “segundo Sua vontade”, Ele nos ouve”. (1Jo 5:14).
Por exemplo:
É da vontade de Deus:
Que muitos cheguem ao conhecimento da verdade(1 Tm 2:4); SIM.
A vinda do Seu Reino (Mt 6:10) Sim .
Que entremos no Seu reino (Mt 7:21). SIM
Que ninguém se perca Dele (Jo6:39). SIM.
Que todo aquele que crê, tenha a vida eterna e seja ressucitado(Jo 6:40;). SIM
A nossa santificação (1Ts 4:3;Hb 10:9-10). SIM
Podemos pedir todas essas coisas sem medo, pois é o propósito de Deus segundo a Sua vontade que assim façamos.
Não precisamos perguntar a Ele se é da Sua Vontade, pois a própria Palavra de Deus testifica isso.
Vemos também isso nitidamente na oração de Jesus fezno horto do Getsêmani.
Foi o momento da oração de Jesus que Deus disse não.
Isso porque o propósito divino era maior que a vontade humana. No Getsemani Jesus sofreu duramente a aflição de um homem prestes a morrer. Diz a palavra de Deus que em agonia, Jesus orava mais intensamente a ponto de seu suor tornar-se grandes gotas de sangue (Lc 22:44-45). Marcos relata que ele estava com pavor e angústia e que sua alma estava profundamente triste.(Mc 14:33-34).
Creio que a tristeza e angústia que Cristo sentia não era causada pela revelação da sua morte de cruz, mas por aquilo que envolvia sua morte, ou seja, o propósito de Deus.
Como disse o profeta Isaías: “Verdadeiramente, ele tomou sobre sias nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós os reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras, fomos sarados (Is 53:4-5).
Era como se Isaías quisesse dizer:Nós acreditamos que o motivo de sua aflição e opressão vinha do sentimento de morte que sentia, mas foi pelo propósito de Deus que Ele foi morto.
A agonia de carregar uma cruz pesada, não é maior que “levar sobre si” as enfermidades, as dores, o castigo e o pecado de muitos. O abandono de Deus, a insegurança humana e a dura missão que estava proposta fez com que o Senhor se angústias e profundamente a ponto de Jesus orar dizendo:
“Aba Pai, todas as coisas te são possíveis, afasta de mim este cálice, não seja porém o que eu quero, mas o que Tu queres(Mc 14:36).
Vemos que Jesus não se impôs a Deus, colocando-O na parede, pra que o cálice fosse afastado, mas disse: SEJA O QUE TU QUERES, ou seja, SEJA TUA VONTADE.
A palavra de Deus diz que o Senhor “orou outra vez”, dizendo as mesmas palavras (Mc14:39).
Foi na terceira vez que o Senhor Jesus obteve a resposta do Pai. E a resposta de Deus foi um NÃO !
Deus não afastou de Cristo o cálice, bem pelo contrário, derramou sobre Ele a iniquidade de todos (Is 53:6).
Deus disse NÃO a ORAÇÃO do seu filho pelo PROPÓSITO.
Mas disse SIM ao PROPÓSITO inicial que era reconciliar o HOMEM à DEUS pelo FILHO.
ESTÁ CONSUMADO !
A VONTADE FOI FEITA !
O PROPÓSITO REALIZADO !
A HUMANIDADE REDIMIDA !
Foi preciso um NÃO de Deus, para o SIM de Cristo.
Jesus poderia ter pedido 12 legiões de anjos para lhe proteger? SIm,.
Mas Cristo preferiu dizer SIM a vontade do Pai.(Mt 26:53)
Através do SIM de Cristo, outros “SIM” se sucederam. O SIM da CURA. O SIM do PERDÃO DE DEUS. O SIM da VIDA ETERNA. O SIM da SALVAÇÃO.
Por isso devemos entender que o Senhor sabe todas as coisas. O NÃO de Deus não é o fim de tudo, mas pode ser o começo de algo melhor que Ele tem planejado.
Pois como diz a palavra de Deus:
Pois nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam (1 Cor 2:9).
Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito (Rm8:28).
Porque quantas são as promessas de Deus, tantas tem Nele, o SIM, porquanto por Ele é o AMÉM, para glória de Deus, por nosso intermédio. (2 Cor 1:20).
Obs :Mas creio que o maior SIM, não vem da boca de Deus, mas da boca do próprio HOMEM, daqueles que O confessam como Seu SENHOR e SALVADOR.
Esse SIM tem muito valor para Deus, mais do que qualquer outra coisa que possamos oferecer a Ele. Responder SIM a Cristo é aceitar o propósito de Deus e fazer a vontade do Pai.
É receber a herança de filhos dada a todos aqueles que O confessam.
Então se você não o recebeu como Senhor da sua vida, diga SIM e o receba no seu coração. Deus receberá a sua oração pois esse é o seu desejo. Confesse diante dos homens , pois assim diz a palavra de Deus: “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com coração se crê para a justiça e com a boca se confessa com respeito a salvação (Rm 8:9-10)
“E digo-vos que que todo aquele que me onfessar diante dos homens, também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus” (Lc 12:8).

Brincando de Pecar

Não é difícil de ouvir por aí cristãos dizendo algumas frases ”Bíblicas” que podem estar em muitos lugares, menos nas Escrituras Sagradas.
Coisas do tipo: “O cair é do homem e o levantar é de Deus” ou “Faça a sua parte e eu te ajudarei” permeiam lábios que as reproduzem sem verificar a fonte. Já fui surpreendido com a célebre frase de Jesus: “Eu vim para confundir, não para explicar”, mas que na realidade não foi O Cristo que disse, mas sim um animador de auditório que viveu muitos séculos depois e que foi conhecido como “Chacrinha”.
Quando olho para a falta de preocupação nossa em buscar nas Escrituras a fonte de verdade (como faziam os Bereanos em Atos 17) vejo claramente isso sendo refletido em outras áreas da vida. Cada vez mais menos pessoas se julgam com motivos de se arrependerem. Temos um crescente leva de homens e mulheres brincando de pecar e não entendendo o verdadeiro significado de ARREPENDER-SE.
Na justificativa de que Deus é amor, muitos “brincam” com o pecado na expectativa do perdão futuro, esquecendo quão dolorido, sofrido e mortal foi o preço pago por Jesus para que pudéssemos alcançar redenção.
Analisando a morfologia da palavra ARREPENDER descubro o seguinte significado:
ARREPENDER = A (Negativo Grego) – RE (Repetição, De Novo) – PENDER (Cair) => Não De Novo Cair => Não Cair de Novo => ARREPENDER.
Eu não quero cair de novo. Mesmo que por algum motivo eu venha a cometer o mesmo erro, esse não era o desejo do meu coração. Quando olho para a Cruz eu sinto o sofrimento de Cristo e me recuso a rir do sofrimento dele para que eu possa cometer mais algum pecado conscientemente.
Outra palavra que me chama muito a atenção na Bíblia é a palavra INIQUIDADE.
Davi uma vez narrou sobre isso no Salmo 51:2 “Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado.” Ele falou sobre pecado e sobre iniqüidade. Na minha leiga opinião, pecado é o erro nosso diário, quando por algum motivo não acertamos o alvo. Após confessado, você é lavado e remido. Limpo e purificado. Contudo quando o mesmo pecado é repetido muitas vezes, você acaba gerando justificativas para cometê-lo. Em um ponto mais crítico você passa a defendê-lo. O certo vira errado e o errado vira certo. Sua mente está cauterizada, o Espírito apagado dentro de você (Sl 51.11). Você já não se sente culpado e não vê mais motivos para se arrepender. Isso é Iniqüidade.
Vemos muito em mudanças de comportamento, quando a pessoa se afasta de Deus e começa a retornar aos hábitos que possuía antes de seu encontro com o Criador. O certo já não é tão certo mais. Surgem as dúvidas. Cauteriza-se a mente. Instala-se a iniqüidade.
Apesar de a frase: “Nenhuma folha cai de uma árvore sem a permissão de Deus” também não estar na Bíblia, sabemos que existem inúmeras outras que mostram que Deus se interessa por você, sabe o que você está passando e quer passar junto com você, mas não brinque com coisa séria. O preço do Calvário foi alto demais. O sangue vertido que te purifica e inclusive lava a sua e a minha iniqüidade saiu de alguém inocente que fez o que fez por amor a nós.
Vivamos uma vida de arrependimento genuíno e focado na Cruz, pois “É necessário que Ele cresça e que eu diminua” isso sim está na Bíblia em João 3:30.
Na paz d’Aquele que fez tudo novo e pagou preço de sangue para que eu e você vivêssemos.

Os cinco grupos de seguidores de Jesus

1º GRUPO – O grupo formado pelas multidões.
1.1. – Mt 4.25. – Durante os três anos e meio de ministério, Jesus foi seguido por uma grande multidão. As principais características dos seguidores que formavam as multidões;
1.1.1. – Pessoas que íam porque todos íam, ou seja, pessoas que não tinham qualquer compromisso;
1.1.2. – Pessoas que só O buscavam pelos milagres que fazia – Mt 15.31; Jo 6.2;
1.1.3. – Pessoas interesseiras – Jo 6.26; Jo 6.27;
1.1.4. – Pessoas que não assumiam publicamente que eram seus seguidores – Jo 19.38; Jo 3.1; Jo 3.2;
1.2. – O Problema é que foi a MULTIDÃO quem pediu a Pilatos – Jo 19.15; Lc 23.18;
2º GRUPO – O grupo formado pelos 70 discípulos.
2.1. – Dentre aquela grande multidão, O Senhor Jesus destacou a 70 homens para que fossem, de dois em dois, anunciar o Evangelho do Reino;
2.2. – Esse grupo é o grupo dos que servem a Jesus. Saem pelas praças, pelas ruas, pelas casas e anunciam o Evangelho da salvação – Lc 10.1;
2.3. – Esse grupo é um grupo de pessoas salvas por Jesus, mas, que se alegram apenas por que são usados pelos dons espirituais. Valorizam mais os meios que os fins – Lc 10.17; Lc 10.20;
2.4. – Não há nada de errado com esse grupo. Porém, esse pode ser o grupo daqueles que dirão: Mt 7.22; Mt 7.23.
3º GRUPO – O Grupo formado pelos 12 apóstolos.
3.1. – Quanto ao grupo anterior, nós nem sabemos quem eram. Mas os membros deste grupo o Senhor os chama por nome. 12 homens a quem o Senhor chamou para formar os líderes de sua obra;
3.2. – Este grupo foi privilegiado, tanto por ter seguido de perto a Jesus, quanto por ter contemplado todos os milagres por ele operado;
3.3. – Porém, não podemos nos esquecer que no meio destes havia um, o Judas, cujo coração não era reto perante o Senhor e, por isso se enquadrou nas características daquele que foi chamado depois de “O filho da perdição” – Jo 17.12;
4º GRUPO – O grupo formado pelos 3 discípulos mais próximos a Jesus.
4.1. – Dentre os 12 o Senhor tinha predileção por 3, Pedro, Tiago e João. Homens que não se conformaram em apenas seguir e assistir a Jesus, mas quiseram conhece-lo bem mais de perto;
4.2. – Foi esse grupo que teve o conhecimento de detalhes dos mistérios do Reino que aos outros não foi revelado;
4.3. – Foi esse grupo que teve o privilégio de contemplar a transfiguração de Jesus e conhecer a Moisés e a Elias no Monte Tabor;
4.4. – Foi também, esse grupo que foi destacado por Jesus para “pisar o lagar” e entrar com Jesus no suplício, mas que não teve forças e adormeceu – Mt 26.37; Mt 26.40; Is 63.3;
5º GRUPO – O grupo representado pelo discípulo amado – João.
5.1. – Mas, Jesus queria mais. Ele quer e procura alguém com quem Ele possa ter um relaconamento mais estreito, mais próximo – Sl 4.3;
5.2. – João reclinava-se no peito de Jesus – Jo 13.25; E era chamado de “o discípulo amado” – Jo 21.7;
5.3. – A qual desses grupos você pertence?

Três Surpresas para o cego Bartimeu – Esboço de Sermão

Texto Bíblico: Marcos 10.46-52
Introdução:
- Jesus estava em Jericó. A grande multidão fazia contraste com o solitário e cego esmoler, sentado à beira da estrada.
- Jesus o notaria? Faria alguma coisa por ele? Já sabemos que assim seria.
- Jesus pararia. Ajudaria. Cuidaria daquele indivíduo miserável.
Que mensagem de esperança temos nesta passagem:
1 – Ele Para. (v.49ª).
- Movido de misericórdia. A fim de ministrar a um pobre miserável.
- Em Jesus encontramos: atenção, interesse, compaixão, simpatia e poder divino.
2 – Ele Chama. (v.49b).
Jesus está chamando ainda hoje! (Mt 11.28).
- Pelo nome. (Is 43.1; 45.4; Lc 19.5 – Zaqueu).
- De amigo. (Jo 15.15).
- O pecador ao arrependimento. (Mt 4.17).
- Para a vitória. (vv.49,51,52).
- O cego não deixaria nada atrapalhar seu caminho para chegar até Jesus.
Saltamos a fim de atender ao seu chamado e receber sua benção.
3 – Ele Ajuda. (vv.51,52).
Como?
Exemplos:
- Samuel. (1Sm 7.12). – “A pedra de ajuda.”
- Davi. (1Sm 23.28). – “A pedra de escape.”
- Israel. (Is 41.10). – “O sustento.”
Conclusão:
Se você clamar como o cego Bartimeu, O milagre pode acontecer a qualquer momento/

O ENCONTRO COM DEUS CONTINUA! - Gênesis 32:22-31

Naquela noite Jacó levantou-se, tomou suas duas mulheres, suas duas servas e seus onze filhos para atravessar o lugar de passagem do Jaboque. 23 Depois de havê-los feito atravessar o ribeiro, fez passar também tudo o que possuía. 24 E Jacó ficou sozinho. Então veio um homem que se pôs a lutar com ele até o amanhecer. 25 Quando o homem viu que não poderia domina-lo, tocou na articulação da coxa de Jacó, de forma que lhe deslocou a coxa, enquanto lutavam. 26 Então o homem disse: Deixe-me ir, pois o dia já desponta. Mas Jacó lhe respondeu: Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes.
27 O homem lhe perguntou: qual é o seu nome? Jacó, respondeu ele.
28 Então disse o homem: Seu nome não será mais Jacó, mas sim Israel, porque você lutou com Deus e com homens e venceu.
29 Prosseguiu Jacó: Peço-te que me digas o teu nome.  Mas ele respondeu: Por que pergunta o meu nome? E o abençoou ali.
30 Jacó chamou aquele lugar Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face e, todavia, minha vida foi poupada. 31 Ao nascer do sol atravessou Peniel, mancando por causa da coxa. 32 Por isso, até o dia de hoje, os israelitas não comem o músculo ligado à articulação do quadril porque nesse músculo Jacó foi frido.
Peniel faz mais sentido para nós hoje, do que quando fizemos o nosso Encontro.  Afinal, quando fizemos o nosso Encontro estávamos mais curiosos e apreensivos com o que seria o Encontro em si e em adentrarmos aos tão afamados segredos do G12 do que qualquer outra coisa.
Jacó, quando chegou ao Val de Jaboque, era um homem experimentado na vida, já gozando de certa maturidade.  

a)      Havia deixado a casa dos pais há pelo menos vinte anos,
b)      Trabalhara arduamente para o sogro e precisou de muita habilidade e graça para não ser passado para traz,
c)      Tivera sua experiência pessoal com Deus, recebendo do próprio Deus Eterno a confirmação da promessa feita a Abraão e a Isaque – na visão da escada, em Gn 28:13ss E eis que o Senhor estava em cima dela, e disse: Eu sou o Senhor, o Deus e Abraão teu pai, e o Deus de Isaque: esta terra, em que estás deitado, ta darei a ti e à tua semente; 14 E a tua semente será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua semente serão benditas todas as famílias da terra. 15 E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque te não deixarei, até que te haja feito o que te tenho dito.
d)      Constituíra família – por sinal uma grande família constituída de duas esposas legítimas, Raquel e Lia, mais duas concubinas, Bila e Zilpa, além de onze filhos homens.
Nós, também, hoje, avançamos na nossa experiência dentro da Visão que o Senhor nos deu. Meses já se passaram desde o seu Encontro, você passou por uma célula, pela escola de líderes, foi legitimado líder de célula, ganhou discípulos, foi legitimado doze...  Aparentemente isto pode representar a maturidade.  Porém, à luz da experiência de Jacó, entendo que a vivência que você carrega serve para possibilita-lo a experimentar um nível de cura – o nível mais profundo que permite Deus mexer nas áreas mais internas do nosso coração.
Neste nível o Senhor trata do medo.
Jacó estava aterrorizado. Temia pelo seu futuro e da sua parentela. Tinha informações de que seu irmão vinha ao seu encontro com um exército de 400 homens. Esaú, o ressentido, prometera vingar-se de Jacó  face a forma como perdeu a bênção do pai através da mancomunação deste e sua mãe, Rebeca.
Medo do irmão com quem rompera – mal sabia que o Senhor se encarregara de tratar do coração de Esaú.
Medo de perder sua família e seus bens – medo de haver trabalhado vinte anos em vão – mal sabia que Jeová-Jireh era o Deus que o respaldava.
Medo das perdas que poderia contabilizar face haver obedecido ao comando de Deus – de retornar à terra de seus pais.
Peniel foi um tempo de Jacó vencer seus medos.
Jesus esteve em Jaboque para dar aulas de como ser um guerreiro, de como lutar para Jacó!
Se até com Deus você luta e prevalece, meu amigo, por que ter medo?
Ore agora clamando ao Senhor que lhe ajude a vencer o medo.  Peça a Jesus que o ensine a ser um guerreiro!

O Tema Preferido de Jesus

sábado, 29 de outubro de 2011

O Reino de Deus é o tema que envolve o ministério de Cristo, principalmente quando o examinamos nos escritos de Mateus.

- No seu nascimento, Jesus foi chamado, pelos magos, de Rei dos Judeus (Mt.2.2).

- Ao iniciar o seu ministério público, Jesus saiu anunciando o Reino. Ele dizia: "Arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos céus" (Mt.4.17). A sua mensagem recebeu o nome de "evangelho do reino" (Mt.4.23 Mt.24.14).

- Quando ensinou os discípulos a orar, Jesus enfatizou o Reino: "Venha o teu reino e seja feita a tua vontade" (Mt.6.10).

- Ao enviar os discípulos em sua primeira missão, Jesus ordenou que este devia ser também o tema de sua mensagem: "Pregai que está próximo o reino dos céus" (Mt.10.7).

- Muitas das parábolas de Jesus tinham o Reino de Deus como ponto central. Em Mateus 13, o Mestre profere diversas parábolas. Cada uma ensina a respeito de um aspecto do reino.

- O próprio governador Pilatos reconheceu que Jesus era o Rei dos judeus, apesar de não ter compreendido o sentido espiritual do Reino (Mt. 27.11).

- No alto da cruz de Cristo foi escrito : "Este é Jesus, o Rei dos Judeus" (Mt. 27.37).

Por quê o Reino de Deus foi o tema preferido de Jesus? Porque este foi o objetivo de sua vinda à terra: estabelecer o Reino de Deus entre os homens. Jesus disse: "Para isso eu nasci e vim ao mundo" (João 18.37). É verdade que Jesus cura, resolve nossos problemas e pode nos dar bênçãos materiais diversas, mas nada disso é o seu objetivo principal. Seu propósito é estabelecer o Reino de Deus em nós e isto é um modo de vida. Viver no Reino é evitar o pecado, é fazer a vontade de Deus. Jesus viveu assim e nos deu o exemplo. Que o Reino de Deus seja também o nosso tema preferido e o objetivo principal das nossas vidas. Para isso nascemos, pelo Reino devemos viver e até por ele morrer, se preciso for.

O Que Salomão Não Pediu a Deus I RS 3.1-13

Salomão um dos maiores reis da história da nação de Israel, conhecido por ser o rei, mais sábio que todos os reis, foi sem dúvidas um dos grandes nomes da história bíblica. Chama-nos a atenção o aparecimento do Senhor a Ele em sonhos, mandando-o que lhe fizesse uma petição, nesse pedido estava à seguinte condição: Pede-me o que queres que eu te faça. Imagine se fosse você o que pediria?

Salomão humildemente pediu a Deus sabedoria para conduzir o seu povo, reconhecendo que era o que, mais precisava naquele momento. Que bela lição essa do sábio rei; ao declarar seu pedido diz-nos a Palavra que Deus se agradou das palavras de Salomão – I Rs 3.10 , será que Deus tem se agradado de nossas palavras? Ao declarar sua petição ao Senhor, ele teve seu pedido aceito por Deus e Deus elogiou a sua postura. E é exatamente aqui que entra o que Salomão pediu a Deus:

a) Ele não pediu vida longa – o que adianta viver muitos anos e viver mal;
b) Ele não pediu riquezas – tão diferente hoje dos propagadores do evangelho da prosperidade;
c) Ele não pediu fama
d) Ele não pediu a morte de seu inimigos – que lição maravilhosa; Salomão não tinha em si o espírito vingativo... Ele simplesmente pediu sabedoria. Que esse seja nosso pedido a Deus: Senhor dá-me sabedoria, sabedoria para viver dignamente, para amar, para suportar, para entrar e sair, sabedoria em todas as áreas de minha vida.

LEMBRE-SE: segundo o próprio Salomão escreveu: A sabedoria faz brilhar o rosto, a sabedoria é coisa principal, é melhor ser sábio do que ser tolo. Afinal Cristo a quem servimos foi feito sabedoria de Deus, e nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria. Quem não tem sabedoria peça a Deus, que a todos dá liberalmente. Amém!!!

Ao Rei consagro o que fiz – Sl. 45.1

O Profeta Eliseu e A Provisão No Vale

Jorão, reinava em Samaria, Jeosafá, em Judá. Os dois, se uniram ao rei de Edom, para guerrearem contra Mesa, rei moabita. Os três Reis, marcharam por sete dias, sem encontrarem água. Sedentos, famintos e prestes a desistirem, ouviram falar do profeta Eliseu: "Esta com Ele a Palavra do Senhor". Esperançosos, recorreram ao homem de Deus: Prosseguir ou recuar? Venceriam ou seriam derrotados?

Eliseu, solicitou a presença de um músico. Queria enlevar o espírito. Sentir-se inspirado: "E sucedeu que, tocando o músico, veio sobre ele a mão do Senhor. E disse: "Assim diz O Senhor, fazei neste vale, muitas covas" II Reis 3:16. Aleluia!! Que Palavra maravilhosa!! Entendi, o que Deus, ordenara aos Reis e como deveria aplicar esse ensinamento em minha vida.

Um Profeta no Vale

Um vale, é uma região de declínio entre lugares altos, como montes. Os Reis, estavam no vale. Em um seco vale. Todo e exército, enfraquecido, pela falta de água. Quantas vezes, não nos encontramos na mesma situação dos Reis? Dando voltas nos vales, pensando em desistir, por causa das adversidades? Há profeta no vale e é ele quem diz, inspirado pelo Senhor: "Fazei covas no vale". Como?

Fazei Covas:

Se os Reis, não recorressem a orientação divina, teriam perecido, antes mesmo de começarem a guerrear. Soldados, voltando para casa, sem sequer usar as armas que carregavam. Reis, tendo que suportarem afronta dos ímpios moabitas, entregando suas riquezas, pela desistência. Com tudo para vencer, mas, nomeados derrotados. Nenhum trabalho para o inimigo.

MAS, tudo foi transformado quando: Buscaram ouvir a Deus, através do profeta Eliseu. Acreditaram, obedeceram. Cavamos, covas no vale, quando agimos dessa forma. Buscamos Deus no vale. Entregamos a Ele, a batalha. Confiamos. Obedecemos. Cavamos covas. Os Reis, e seu exército, precisavam cavar. Nós temos que cavar. A fé, é a motivação maior para cavar, sem desistir. Assim, Deus trará provisão. O vale, será transformado. Mas ele, não se transformará sozinho. Nós, o faremos. Como Daniel. Ele não foi livre da cova dos leões. Contudo, aquele lugar, que seria de morte, foi vencido.

Deixando o Vale:

"E sucedeu que, pela manhã, oferecendo-se a oferta de alimentos, eis que vinham as águas pelo caminho de Edom; e a terra se encheu de água" II Reis 3:20.

Quando o vale, se enche de água, é hora de subir para as montanhas. Aleluia!! Deus é Fiel! Assim, exércitos e reis, partiram, em direção a moabe. As águas, receberam o reflexo vermelho do sol. Os moabitas, pensaram que era sangue. Acharam que os três Reis e todo o exército haviam morrido. Tinham se destruído pela espada, por não suportarem a sede e a fome. É esse, o desejo, do inimigo de nossa alma. Ele espera, que desistamos. Que lhe entreguemos as nossas riquezas. Mas, Deus, transforma dificuldades em vitórias. Ele confunde, os querem nos confundir.

Ao ofertar a Deus, ás águas chegaram. Que, ao passar pelo vale. Possamos ouvir, a mesma música, que inspirou Eliseu. Possamos ver a beleza, na sequidão. Possamos cavar, movidos, pela fé. "A alegria do Senhor é a nossa força"(Ne 8:10). Quando temos fé, agradamos a Deus, é a Sua alegria. É a nossa força. Ao passar pelo vale, lembre-mo-nos: "Assim diz o Senhor: Fazei neste vale, muitas covas". Amém.

A Habitação de Deus

Quando Deus formou o homem do pó da terra (Gênesis 2:7), disse ele: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa  semelhança" (Gênesis 1:26), e assim o fez. Que privilégio para o homem ser feito à imagem e semelhança da santidade de Deus e, semelhantemente, da sua misericórdia, bondade, amor, etc.

Deus preparou um local para o homem habitar. Um local especial chamado Éden. Deus providenciou, em sua sabedoria, um lugar santo, onde o pecado não existia, um local onde sua imagem e semelhança, espiritualmente falando, habitaria, e assim o fez (Gênesis 2:8). O Senhor detalhadamente descreveu esse lugar em Gênesis 2:8-14. Eu gostaria que você analisa-se cuidadosamente a riqueza. Não é por menos. Quem habitaria ali era o Senhor, Deus Único (Gênesis 3:8).

O Éden era um verdadeiro santuário até a introdução do pecado por Eva e Adão (Gênesis 3:6). Deus já estava começando a mostrar seu plano, que era habitar juntamente com seu povo, sua criação. Mas o homem foi lançado fora do jardim (Gênesis 3:23).

O plano do Senhor prosseguiu, ele querendo mostrar para o homem a importância de sua habitação. Chegando no livro de Êxodo, o Senhor, semelhantemente, mostra ao povo a riqueza, a pureza e a santidade de sua habitação através do tabernáculo (Êxodo 40:34-35). A glória do Senhor encheu o tabernáculo. Olhe bem cada detalhe que o Senhor descreveu a Moisés em Êxodo 25-27: a arca, o propiciatório, a mesa, o candelabro, as cortinas, a coberta de peles, o véu das colunas, o átrio, o altar, os utensílios. Olhe cada detalhe, como o Senhor nos mostra a riqueza onde ele habita--um santuário rico por sua presença, tanto que o sumo sacerdote entrava na presença do Senhor uma vez por ano.

O plano de Deus continua, agora através de Davi e seu filho, Salomão, na construção para o Senhor (2 Samuel 7:1-5). Através de Salmoão, o templo foi construído. Preste, também, muita atenção em cada detalhe de sua riqueza (1 Crônicas 29:1-9). Davi reúne o povo para ofertar e ajudar Salomão na grande obra. Por quê? Era um palácio para o Senhor Deus, mas o plano de Deus não parou. O Senhor estava mostrando para seu povo que sua habitação não seria numa tenda, ou tabernáculo (2 Samuel 7:6), e também não seria no templo, algo santificado para ele, mas imóvel, algo parado (veja 2 Crônicas 6:18).

O Senhor, através de Cristo, nos mostra claramente onde seria sua habitação. Seria algo que ele mesmo criou, não algo feito por mãos humanas (Atos 17:24). Jesus, quando entrou no templo em Jerusalém, encontrou como se fosse um mercado (João 2:13-22), e expulsou todos do templo e disse: "Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei" (João 2:19). Ele não estava falando do templo e, sim, do santuário do seu corpo.

Quando pedi para você analisar cada detalhe de Gênesis 2, Êxodo 25-27 e 1 Crônicas 29, foi para que você pudesse olhar como Deus mostrou seu plano, sua presença e sua santidade.

Hoje, o Senhor nos constituiu casa espiritual (1 Pedro 2:5), santuário de Deus (1 Coríntios 3:16-17), casa de oração (Mateus 21:13). De acordo com toda aquela riqueza do Jardim, do tabernáculo e do templo, você, como santuário de Deus, sente essa mesma riqueza? Sente a importância de ser feito à imagem do Senhor? Olhe bem o que você está fazendo com seu corpo. Ele tem que ser dedicado ao Senhor (Efésios 2:21; Romanos 12:1-2).

Eu gostaria de encerrar sugerindo um pouco mais de leitura. Sei que são vários trechos, mas também sei de sua dedicação. Leia 1 Timóteo 4:13, e olhe bem 1 Pedro 1:13-21. Que o Senhor nos abençoe.

Por que João Batista Perdeu a Cabeça (uma Revelação impactante)

Introdução: É muito fácil perder o foco. Ás vezes por falta de entendimento, outras vezes falta de concentração. Alguns por distração e outros por arrogancia. São vários os motivos que alguém pode perder o foco.

Conta-se a história de um presidente que foi convidado para inaugurar um porto e ao chegar foi surpreendido por um grande número de jornalistas e todos o cercava e pedia para tirar fotos, outros queriam uma entrevista, outras faziam muitas perguntas, etc... conclusão, os homens inauguraram o porto sem ele. É verdade, nós nos distraimos facilmente e por isso acabamos perdendo o foco.

Creio que escandalizarei você ao afirmar isso, mas é o que a Bíblia diz. João Batista perdeu a cabeça por haver perdido o foco. Pastor o que o senhor está falando? Sim é verdade, ele perdeu o foco.

I- João Batista começa sua missão, concentrado no seu foco. Todos perguntam quem ele é, e ele responde claramente: sou a voz do que clama no deserto para preparar os caminhos do Senhor, endireitai suas veredas ( Lc 3.4).

II- João começa sua trajetória de preparação do povo para a vinda do Messias.  Ele estava concentrado na tarefa que lhe foi confiada. ( Mt 3.11)

III- João Batista continua sua missão com sucesso ( Mateus 3.14) – Na Ocasião do batismo de Jesus, ele diz: Senhor eu é que preciso ser batizado por ti e tu vens a mim.

IV- João Batista faz uma revelação surpreendente: Eis ai o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, este é aquele que eu disse que viria após mim. (Jo 1.29). Depois disto João Batista está com dois discípulos e ao ver Jesus, ele faz a mesma declaração e os dois discípulos começam a seguir a Jesus. ( Jo 1.36).

Até aqui o ministério de João Batista é poderoso e focado, porém depois de algum tempo parece que há um esquecimento da missão ou uma distração do foco e agente percebe pelas citações bíblicas que as coisas mudam.

I – João Batista revela o seu lado religioso. Palavras bonitas, porém cheias de religião: Importa que ele cresça e que eu diminua, quando na verdade deveria ter dito: importa que ele reine e que eu saia de cena. ( Jo 3.30 ). Se ele havia sido enviado para preparar o caminho para o Messias e o Messias havia chegado, ele deveria levar as pessoas a Jesus e não continuar um ministério paralelo. Jesus estava na ativa pregando e ensinando e João Batista continuava batizando com se o Messias ainda estivesse por vir. Na verdade ele deveria abrir a boca e dizer em alto e bom som: O Messias esta ali! o Messias chegou! Jesus é o Messias, sigam a ele!

II- João Batista começa a fazer discípulos paralelamente com Jesus. Ele cria um ministério próprio ( Mt 9.14). Isto foi motivo de discussão entre alguns que gostariam de saber por que dos discípulos de João Batista e os dos fariseus jejuavam e os de Jesus não. Aquele que havia de preparar o caminho para o Senhor esta fazendo discípulos para si. Aquele que diz: Olha ai o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, não o segue!

III- João Batista deveria fazer discípulos para Jesus e não para ele. Em atos 19.1-6, encontramos uma história triste. O Apostolo Paulo encontra alguns destes discípulos e ao perguntar a eles se já haviam recebido o Espírito Santo, a resposta deles nos deixa perplexos, pois disseram: Espírito Santo, nunca ouvimos falar que exista Espírito Santo! Paulo pergunta a eles em que foram batizados e eles respondem que no batismo de João, então Paulo corrige o erro explicando a eles a diferença entre os dois ministérios e os batiza em nome de Jesus para que pudessem receber o poder do Espírito Santo e também serem salvos.

A certeza do foco perdido vem na desilusão da dúvida e na incerteza da missão cumprida.

I – João Batista agora está preso. Ninguém é bom o bastante para dividir o reino com Jesus. Se Jesus reinar, temos que sair de cena. Não podemos subsistir juntamente com ele. Um ministério glorioso porém dura apenas 6 meses.

De dentro da prisão João Batista faz uma pergunta que revela todo o assunto discorrido acima: És tu aquele que havia de vir, ou havemos de esperar outro? (Mt. 11.1). O homem que havia gritado para a multidão eis ai o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, agora está em dúvida se Jesus realmente era o Messias. É engraçado que o mesmo acontece com o Profeta Elias. Deus dá para ele uma ordem simples: vai a Acabe e diz para ele que vai chover. Deus não mandou Elias desafiar os profetas de Baal nem provar nada para ninguém. Mas o homem quando perde o foco é terrível e as conseqüências são sempre as mesmas: frustação, dúvidas e desilusão. João Batista está preso e em dúvida, Elias está fugindo de uma mulher e pede a própria morte. João Batista não tem certeza se Jesus realmente é o Messias, Elias está orando sete vezes por algo que nem precisava orar. A ordem de Deus foi clara: diga a Acabe que vai chover.

Tenho percebido que a maioria das nossas murmurações e frustrações estão relacionadas com a perda do foco. Sempre que pegamos a direção errada e não consiguimos êxito em nossas empreitadas, começamos a desfalecer e a perder as forças e então somos encharcados pela dúvida e pelos problemas que nos cercam.

Percebemos que Jesus não responde a pergunta de João, ele apenas diz: diga a ele que os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são purificados, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho e bem-aventurado é aquele que não se escandalizar de mim. ( Mt 11.5.6).

Ás vezes me pergunto se João Batista não tinha conhecimento dos milagres que Jesus fazia ou esta resposta serve para apoar mais ainda o quanto João estava equivocado ao iniciar um ministério paralelo ao invés de apenas seguir a Jesus e levar as pessoas a fazerem o mesmo?

II- João Batista perde a cabeça -(Mt 14.8-11)- Chegamos ao ponto crucial da história. quem perde o foco, perde a cabeça. Quem perde o foco perde o ministério. Um ministério brilhante, porém curto. O profeta Elias depois da lambança com os profetas de baal também sai de cena. A única coisa que vemos ele fazer depois deste episódio é ungir a Jéu rei e a Elizeu para profeta para ocupar o lugar dele ( I Reis 19.16). É engraçado a pompa que Elias faz para que Elizeu receba alguma coisa da parte de Deus. Ele diz o queres que eu te faça? Porém, Deus ja havia dito que era para ungir a Elizeu para ocupar o lugar dele, ou seja, a unção de Deus viria de qualquer forma. Elias gostava de acrescentar e fazer coisas que Deus não mandava e isto é muito perigoso.

III- João Batista foi avaliado por Jesus (Mt 11.11). Jesus faz uma revelação tremenda! “Em verdade vos digo que, entre os nascidos de mulher, não surgiu outro maior do que João, o Batista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele”. Olha que coisa tremenda, o homem que veio preparar o caminho para o Reino de Deus, ficou fora dele. João continuou pregando o arrependimento porque o Reino dos Céus estava próximo, enquanto Jesus pregava abertamente e dava ordens aos seus discípulos para irem e pregarem a todos que o Reino dos Céus havia chegado ( Lc 10.9).

Conclusão: João Batista perdeu o foco e a cabeça. Um Reino não tem dois reis. Para que um reine o outro tem que sair de cena. Se Jesus não for o Rei da sua vida e de seu ministério, você está em sério risco.

Balança Enganosa

“Balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer” (Provérbios 11:1). Este ditado, escrito há 3.500 anos, precisa ser aplicado por todos nós nos dias de hoje. Vamos considerar três aplicações:

(1) Honestidade no comércio. O significado deste provérbio vem do comércio. Uma das maneiras mais antigas de enganar clientes é por meio de uma balança enganosa. Até hoje, orgâos como o Inmetro tem o objetivo de proteger o cidadão do engano de comerciantes sem escrúpulos. Quando você paga o valor de um quilo de feijão, você não quer levar para casa apenas 800 g. Quando vendemos produtos, devemos ser honestos. Quando trabalhamos para receber pagamento, devemos cumprir o horário e as tarefas combinados.

(2) Honestidade na vida cotidiana. Mentiras fazem parte da vida de muitas pessoas, mas o servo do Senhor precisa ser diferente. Devemos imitar Deus, e ele jamais mente (Efésios 5:1; Hebreus 6:18). Cristãos são novas criaturas e, “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo” (Efésios 4:25). Jamais devemos seguir o “pai da mentira”, que é o diabo (João 8:44).

(3) Honestidade na religião. É uma triste ironia ver tantas pessoas alegando pregar a palavra de Deus – a Verdade – quando fazem ao contrário. Muitos hoje distorcem as Escrituras para enganar os ouvintes. Persuadem pessoas a vender suas casas e doar o dinheiro para uma igreja para enriquecer seus líderes, pregam doutrinas diluídas sobre a salvação, apoiam casamentos ilícitos, etc. “Porque existem muitos insubordinados, palradores frívolos e enganadores” que “andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância” (Tito 1:10-11; cf. 1 Timóteo 4:1-2; 2 Timóteo 4:2).

Deus abomina os mentirosos!

Anorexia Espiritual

A anorexia é uma doença que resulta na perda de apetite e leva a pessoa a emagrecer muito, tornando um risco a sua vida. Sabemos da importância do alimento para a vida, quem não se alimenta morre.

Hoje quero falar de uma anorexia bastante ignorada. Esta não é física, é espiritual. Pedro o apóstolo nos mostrou a importância deste alimento quando disse: “desejai ardentemente, como crianças recém nascidas, o genuíno leite espiritual, para que por ele, vos seja dado crescimento para salvação” (1 Pedro 2:2). 

É, no mínimo, interessante como as Escrituras, na sua simplicidade, nos trazem ensinamentos fabulosos. Jesus incentivou seus ouvintes a priorizarem não o alimento de pães e peixes, que perece, mas o alimento que subsiste para a vida eterna (João 6:26-27).  

Mateus 4:2 relata que Jesus, após os 40 dias e noites jejuando, teve fome, do ponto de vista físico, sim. Porém, do ponto de vista espiritual, não. Jesus optou pelo alimento espiritual, o fato de Jesus jejuar lhe deu forças para resistir a Satanás (Mateus 4:3-10). Perceba que Satanás procurou tentá-lo onde o Senhor Jesus estaria mais vulnerável, após tanto tempo sem comer Jesus precisaria saciar sua fome, evidente que o alimento espiritual de Jesus fez com que ele resistisse o que seria naquele momento sua maior dor, a fome.  

Outras tentações vieram e Jesus resistiu a todas. Quando nos alimentamos desta maneira ficamos mais fortes contra os laços do diabo e, após a vitória, nossa necessidade será suprida por Deus (Mateus 4:11).  

O Arbusto no Deserto

Os capítulos 16 e 17 de Jeremias apresentam uma série de contrastes entre a fé e a descrença. O profeta salienta a futilidade da idolatria e da autoconfiança, mostrando que o único caminho de esperança e bênçãos duradouras é a fé no único Deus. Nesse contexto, Jeremias diz: "Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do Senhor! Porque será como o arbusto solitário no deserto e não verá quando vier o bem; antes, morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto" (Jeremias 17:5-8).

O objeto de confiança: o homem X o Senhor. O homem que confia no homem é maldito. Ele se acha inteligente e capaz de salvar-se, sem depender de um ser superior. Ele pode confiar na força física de poderosos exércitos, na inteligência e tecnologia de grandes cientistas, ou nas filosofias e religiões inventadas pelos próprios homens. O homem que confia no Senhor é bendito. Ele não se acha capaz de entender, explicar ou controlar tudo. Ele reconhece sua pequenez e dependência do seu Criador.

O resultado da escolha: arbusto solitário no deserto X árvore plantada junto às águas. Aquele que se afasta de Deus, confiando no homem, acaba como um arbusto no deserto. É solitário, pois se desligou do seu próprio Criador. Não tem proteção nem alimentação da fonte de vida. Mas a pessoa que confia em Deus tem toda a segurança de uma árvore com raízes profundas na beira de um rio. Nunca faltará o alimento espiritual que a sustém. Enfrenta dificuldades sem ser abalada, porque o seu Criador cuida dela.

Três Maneiras Práticas Para Enfrentar as Muralhas

Jericó tinha uma localização privilegiada, tanto devido ao contato com o Oriente quanto pelo abundante acesso às águas. Arqueólogos escavaram as ruínas de Jericó e encontraram sinais de um muro que deveria ter 2,5 m de espessura e 9 m de altura e circundava toda a cidade. Era uma muralha e tanto!

Este episódio nos faz refletir sobre três práticas que levaram à queda dos muros:

A prática do ouvir

O Senhor falou com Josué (6.2-4) dando-lhe claras instruções sobre o que fazer. Uma geração inteira havia morrido no deserto porque não ouviu os conselhos dados por Deus, tornando-se desobediente (Josué 5.6). Esta geração comandada por Josué era diferente. Eles tinham seus corações preparados e dispostos a ouvir, talvez porque foram treinados no deserto.

Para que as muitas muralhas caiam em nossas vidas e ministérios temos que ter a mesma atitude de ouvir o que o Senhor fala. Muitos são seus ensinamentos sobre as várias áreas da vida que precisam ser ouvidos e seguidos. Orientações sobre a vida em família, finanças, saúde, relacionamentos, etc.

Além dos assuntos gerais, o Senhor fala para questões específicas de nossas vidas, através do testemunho interior, por meio de pessoas e, principalmente, através do testemunho de Cristo (Hebreus 1.1-2). Maridos ouçam suas esposas, e vice-versa; filhos ouçam seus pais; pastores ouçam o povo. Quem não tem disposição para ouvir ficará para fora das promessas de Deus. Jesus disse inúmeras vezes "quem tem ouvidos para ouvir, ouça".

A prática do esperar

Josué orientou ao povo que não desse o brado de guerra, não levantasse a voz, até o dia em que lhe ordenaria (Josué 6.10). Imagine uma multidão de cerca de quarenta mil homens (Josué 4.13) esperando em silêncio por seis dias a manifestação de Deus. Ficaram firmes, pacientes, confiantes e inabaláveis, esperando o tempo certo.

Precisamos aprender a esperar com confiança, sem ansiedade. Deus está no controle absoluto de nossas vidas. Muitos cristãos não sabem esperar o tempo de Deus. Deus é Senhor do tempo e soberano sobre todos os acontecimentos nos céus e na terra. Jesus disse com ênfase: "não andeis ansiosos de coisa alguma."

A prática do avançar

Finalmente, no sétimo dia, as muralhas ruíram ao som das trombetas e do grito do povo e tomaram Jericó (6.20). De maneira muito consciente e madura, avançaram dentro dos limites estabelecidos e, como haviam prometido, pouparam Raabe e toda a sua família reunida. Era somente a primeira cidade de muito mais que viria adiante.

Assim também em nossas vidas e ministérios existe o preciso momento de avançar. Aqui não é hora de ouvir, de esperar, de questionar. Quando as barreiras caem, portas são abertas, pontes construídas, ou conexões estabelecidas, simplesmente avance. Afinal, Jesus estabeleceu que: "as portas do inferno não prevalecerão sobre sua igreja."

O Que é Ortodoxia?

"O equivalente em português da palavra grega "orthodoxia" (de orthos "certo", e doxa "opinião"), o que significa crença correta, em contraste com a heresia ou a heterodoxia. O termo não é bíblico. Nenhum escritor secular ou cristão usa-o antes do século II, embora o verbo orthodoxein esteja em Aristóteles. A palavra expressa a idéia de que certas declarações sintetizam como exatidão o conteúdo do Cristianismo às verdades reveladas e, portanto, são por sua própria natureza normativas para a igreja universal.
       A idéia da ortodoxia veio a ser importante na igreja a partir do século II por causa de conflitos, primeiramente com o gnosticismo e depois com outros erros a respeito da trindade e da pessoa de Cristo. A aceitação rigorosa da "regra de fé" (regula fidei) era exigida como uma condição prévia da comunhão, e surgiu uma multiplicidade de credos que explicavam essa "regra". A Igreja Oriental se autodenomina "ortodoxa" e condena a Igreja Oriental como heterodoxa, por causa da inclusão da cláusula "filioque" no seu credo. Os teólogos protestantes do século XVII, especialmente os luteranos conservadores, ressaltavam a importância da ortodoxia quanto a soteriologia dos credos da reforma.
      Quanto ao catolicismo romano, o mesmo oferece uma base complexa para a ortodoxia: as Escrituras, conforme elas foram definidas pela Igreja; os pareceres dos chamados pais da Igreja; as decisões dos concílios; os credos; as declarações ex-catedráticas dos papas. Os grupos protestantes, por sua vez, cortam o nó górdio, oferecendo uma exagerada simplificação. Rejeitando certas idéias católicas romanas, eles oferecem as "Escrituras somente".
Fonte: “VERBETES PAR LER TEOLOGIA COMTEMPORÂNEA”


Trabalho realizado com os formandos do STBNe/98 - Feira de Santana-Ba.

Ortodoxia –“Termo aplicado em qualquer religião ao conjunto de doutrinas e escrituras em conformidade com os livros sagrados e os ensinamentos das autoridades religiosas. Nas igrejas cristãs, designação do rito bizantino, que não reconheceu as decisões de nenhum concílio a partir do ano 787”.
FONTE: ©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

Ortodoxia – “Do gr. Orthodoxos] Conjunto de doutrinas oriundas da Bíblia, e tidas como verdadeiras de conformidade com os cânones e concílios da Igreja. Ortodoxia Oriental – Assim são cognominadas as igrejas gregas e orientais que, em 1054, separaram-se de Roma.
Ortodoxo – Verdadeiro, certo. O que se acha de acordo com a Palavra de Deus e com os cânones e concílios estabelecidos pela igreja”.
Fonte: Dicionário Teológico, Claudionor Corrêa de Andrade.

Ortodoxo – “Qualidade de ortodoxo. Fiel, exato e inconcusso cumprimento de uma doutrina religiosa. P. extensão – Absoluta conformidade com um princípio ou doutrina. Sentido depreciativo = Intransigência em relação a tudo quanto é novo; não aceitação de novos princípios ou idéias” .
HETERODOXO – Desviado de princípios doutrinários [antônimo de ortodoxo].
Fonte: Dicionário Aurélio.

A Parábola do Joio

Ler o texto de Mateus 13:24-30


Introdução

Jesus Cristo não veio à Terra simplesmente para ser um personagem importante da História ou para nos servir de bom exemplo. Ele veio estabelecer o seu Reino!

A princípio, muitos dos seus discípulos ( senão todos ) não entenderam o que significava o Reino de Deus se estabelecendo nas vidas das pessoas. Eles pensavam em reino político, pensavam que Jesus tomaria o poder governamental e seria o “presidente” do país. Alguns discípulos chegaram a pleitear os cargos mais importantes do governo de Jesus ( Mc 10:35-37 ). Tudo porque não entenderam o que significava o Reino de Deus. Hoje ainda muitos não entendem….

Jesus teve uma preocupação toda especial em ensinar sobre o Reino, usando diversas parábolas pra isso. Só nesse capítulo 13 de Mateus, Ele conta 7 parábolas sobre o Reino. Além disso, quando Jesus morreu e ressuscitou, a Bíblia diz que Ele ficou 40 dias aparecendo aos seus discípulos falando-lhes acerca do Reino ( Atos 1:3 ). Ou seja, Jesus deseja que nós entendamos o seu propósito e desfrutemos do Reino que Ele veio estabelecer.

Essa parábola nos ensina algumas verdades sobre o Reino:

1) Nem todos os que parecem pertencer ao Reino de Deus realmente pertencem

O texto fala de uma plantação onde dois tipos de planta crescem juntos e são, num primeiro momento, muito parecidos: o joio e o trigo. Só quando o trigo forma espigas, é possível distingui-lo do joio. À primeira vista, eles parecem a mesma planta.

Assim também, num olhar desavisado, muitas pessoas parecem pertencer ao Reino de Jesus. Podem ser até pessoas boas, honestas, corretas, boas donas de casa, bons chefes de família, bons filhos, bons maridos…. enfim, a tendência é pensarmos que tais pessoas pertencem ao Reino de Deus.

Mas não é isso que a Bíblia ensina. Para pertencer ao Reino de Deus é preciso nascer da boa semente. Certa vez, um homem importante,  chamado Nicodemos foi procurar Jesus à noite, interessado nos Seus ensinos. Jesus lhe declarou que para alguém fazer parte do Reino de Deus, era preciso que tal pessoa nascesse de novo. ( João 3:3 ). Num primeiro momento Nicodemos não entendeu essa palavra, achou absurdo que alguém, sendo velho, pudesse voltar à barriga da mãe.

Claro que não era isso que Jesus estava dizendo. Nascer de novo significa nascer da semente de Deus, nascer de Cristo, entregar o controle de sua vida a Ele e começar uma nova vida.

Quem nunca fez isso ainda não pode ser considerado como “trigo” na plantação do Senhor. Pode até parecer, mas não é.       É preciso receber Jesus! Aceitar seu senhorio. Assim, você será “plantado” no Reino de Jesus.

È bom lembrar: Jesus pretende ser VERDADEIRAMENTE Senhor das nossas vidas. Quem tem governado sua vida? Se você pertence ao reino de Jesus precisa ser governado por Ele.

2) O inimigo sempre vai se opor às coisas do Reino

No mundo espiritual há duas forças que se opõem: o Império das trevas e o Reino da luz. O império das trevas é povoado pelo diabo e pelos demônios…. o Reino da luz é dirigido por Jesus e povoado pelos anjos e pela Igreja.

Há uma guerra espiritual entre eles. A guerra não é pra descobrir quem é mais poderoso ou mais valente. JESUS CRISTO JÁ VENCEU A GUERRA! ELE É PODEROSO PRA DESTRUIR TODA OBRA DO DIABO! Aleluia!

A guerra acontece pra decidir o destino das pessoas:  elas serão trigo ( plantados pelo Senhor ) ou joio ( plantados pelo inimigo ).

O império das trevas fará de tudo para atrapalhar o crescimento do Reino de Deus. Até se aproveitando do tempo de sono dos trabalhadores para semear malignidade.

Há uma  guerra espiritual pra que você não se torne participante do Reino de Jesus. O inimigo vai usar situações, preconceitos, pessoas da família, tradições, crendices, conselhos de ímpios… tudo pra que você não se converta. Fará até você pensar que está tudo certo entre você e Deus e que todos “ são filhos de Deus”. E não é isso que a Bíblia afirma ( João 1:12 )

Não se iluda: vença toda a oposição e venha para o Reino de Jesus que é materializado aqui na Terra através da sua igreja.

3) Haverá um dia de juízo

Jesus afirma na parábola que haverá um dia de colheita quando o Senhor permitirá que o joio seja separado do trigo. Antes disso, eles crescerão juntos normalmente.

Nesse mundo em que vivemos, há trigo e joio convivendo simultaneamente e pacificamente. Mas haverá um dia em que Deus julgará todas as coisas. Todos já devem ter ouvido falar no “dia do juízo final”! Pois esse termo é bíblico e esse dia chegará.

Não adianta se enganar. Um dia Deus separará os que são dEle daqueles que não são. Hoje estamos vivendo um tempo de oportunidade de Deus. Todas as pessoas que quiserem poderão se tornar trigo. Mas haverá um dia quando será tarde demais.

Ninguém sabe o dia nem a hora em que acontecerá a colheita. Pode ser hoje, amanhã, daqui alguns meses, anos…. não sabemos, mas as evidências da Palavra nos mostram que esse dia está próximo.

Entregue-se ao senhorio de Cristo hoje mesmo. E você, que já fez isso seja instrumento dEle pra que outros conheçam essa verdade!

Ministre nas vidas pra que haja salvação. Lembre-se: a Igreja existe pra ganhar vidas; não é apenas um grupo de comunhão. Então, clame junto com os seus irmãos pra que haja visitantes em nossos cultos, pessoas que precisam ouvir a mensagem do evangelho.    Ore com aqueles que já são discípulos pra que eles testem se Jesus tem sido verdadeiramente Rei em suas vidas ou se isso só acontece no discurso e não de fato.

Davi Busca o Perdão de Deus

Objetivo da doutrina: Deus pode perdoar quem o mundo quer condenar. Perdoar é permitir que a pessoa que nos ofendeu renasça na história da nossa vida.

Introdução: Um homem segundo o coração de Deus se embaraçou com o pecado, o que lhe custou traumas pessoais, depressão e desespero. Contudo, sua experiência de humildade e arrependimento nos ensina o caminho dos que querem ter comunhão íntima com Deus. Davi foi restaurado!

1 – O CLAMOR DO CULPADO

a) Pede a misericórdia de Deus - Sl 51.1;
b) Clama a Deus, das profundezas - Sl 130.1;
c) Reconhece que está rodeado de males - Sl 140.12;
d) Sente o coração desfalecido - Sl 40.12c;
e) Sente-se preso pelas iniquidades - Sl 40.12b;
f) O pecado é perseguidor e acusador - Sl 51.3b.

2 – O ARREPENDIMENTO DO CULPADO

a) Chama o seu próprio pecado de loucura - Sl 38.5b;
b) Sente sua tendência pecaminosa desde o nascimento - Sl 51.5;
c) Não canta, só geme e tem insônia antes do arrependimento - Sl 6.6;
d) Quer se afastar dos ‘amigos’ do pecado e práticas más - Sl 6.8;
e) Deseja sair do lamaçal e da correnteza das ‘águas’, Sl 69.1-2.

3 – A CONFISSÃO DO CULPADO

a) Antes da confissão, a dor e a frustração - Sl 32.3-4;
b) A confissão dos pecados a Deus – Sl 32.5;
c) Na confissão, se revela detalhe da iniquidade - Sl 51.3-4;
d) Na confissão não se justifica, se assume a culpa - Sl 51.2-3;
e) A confissão é o alívio da consciência - Pv 28.13.

4 – A ALEGRIA DO PERDOADO

a) O perdão é bem-aventurança e desfruto indescritível - Sl 32.1-2;
b) Renova-se o desejo de sacrificar a Deus - Sl 51.16-19;
c) Renova-se o interesse de compartilhar os conselhos de Deus com os demais - Sl 51.13;
d) Pede-se sempre a presença do Espírito Santo - Sl 51.11;
e) Há cânticos e exaltação a Deus - Sl 51.15.

5 – O CULTO DO PERDOADO

a) É oferecido a Deus com o coração quebrantado e espírito contrito - Sl 51.17;
b) É um culto solene, sem engano ou subterfúgios - Sl 32.2;
c) É o reconhecimento da misericórdia e do amor de Deus - Sl 106.43-48;
d) É um culto de aliança eterna com Deus - Sl 48.14; 23.6.

Conclusão: Nada se compara às delícias e à segurança de quem anda em paz com Deus. Não cedamos ao mal e continuemos a fazer ‘reparos’ quando necessários, para não perdermos o prazer da presença do Espírito Santo.

Uma Pregação Simples e Honesta que jesu me DEU!

ntes, renunciamos aos procedimentos secretos e vergonhosos; não usamos de engano, nem torcemos a palavra de Deus. Ao contrário, mediante a clara exposição da verdade, recomendamo-nos à consciência de todos, diante de Deus. (2 Co 4: 2 – NVI)

O motivo, a mensagem e o método de pregação nunca deveriam estar envoltos em mistério. Existem aqueles que igualam complexidade e ambiguidade à profundidade. Pregar é dizer às pessoas tudo o que Deus tem revelado na fé cristã, ou seja, na Bíblia. E nada sobre isso tem necessidade de ser confuso. Como Paulo lembra aos Coríntios, “pois nada lhes escrevemos que vocês não sejam capazes de ler ou entender” (1.13).

Sem dúvida, Pedro observa que algumas coisas nas cartas de Paulo são difíceis de entender, mas ele diz “algumas coisas”, não a maioria ou todas as coisas, e ele diz “difíceis de entender”, e não impossíveis de entender. Ele escreve que pessoas “ignorantes e inconstantes” as distorcem para a sua própria destruição. Visto que os cristãos não devem ser nem ignorantes e nem inconstantes, e visto que eles receberam o mesmo Espírito Santo que os apóstolos receberam, é possível para o crente, pelo menos em princípio, captar tudo o que a Escritura ensina. E não há razão pela qual a nossa pregação devesse obscurecer a clara verdade da divina revelação.

A verdadeira pregação cristã, portanto, deve ser honesta, clara e fácil de entender. Esse é o fundamento de qualquer teoria homilética. E por essa concepção de pregação, todo crente deveria ser capaz de comunicar o Evangelho aos seus vizinhos. Existem, sem dúvida, táticas que poderiam manipular a audiência ou utilizar das personalidades ou experiências dos ouvintes para que se possa ganhar influência sobre eles. Mas uma vez que haja qualquer elemento de engano, todo o exercício não mais funciona em direção à sua meta apropriada.

Não queremos que as pessoas simplesmente se chamem cristãos – não é atrás disto que estamos, afinal; mais que isso, queremos que as pessoas sejam modificadas em seus corações, que acreditem em alguma coisa nova e maravilhosa, e que se tornem cristãos, e que assim se chamem porque o são. Queremos apresentar ao Senhor Jesus, discípulos genuínos e inteligentes, pessoas que compreendem a fé cristã e creem que ela é a verdade, e esse é o único caminho para a salvação e o único estilo de vida.

Pela mesma razão, rejeitamos a violência como um meio de fazer discípulos ou de silenciar os nossos oponentes. Não que a violência seja errada em si mesma. Existe certa confusão sobre isso que enlameia muitas discussões sobre religião e sociedade. Ocasionalmente os cristãos são desafiados pelos seus oponentes com referência às aparentes atrocidades que os santos do Antigo Testamento cometeram contra outras nações. Por que os cristãos endossam esse comportamento no povo antigo, e se eles realmente endossam, por que dizem que isso é inaceitável para a propagação do Evangelho?

Se os cristãos tomarem a suposição infundada de que a violência é errada em si mesma, ficam abertos a todos os tipos de criticismo contra os santos do Antigo Testamento, contra a pena de morte, a legítima defesa, contra o castigo físico na criação de filhos, e daí por diante. Mas todas das críticas contra a fé cristã são defeituosas, e essa aqui não é uma exceção. Deus mandou os santos do Antigo Testamento os povos para que pudessem se apossar da terra prometida, e não para disseminar a fé. Foi algo realizado por uma nação em guerra com outras nações, e não pela igreja como uma entidade espiritual ou por crentes agindo individualmente por conta própria. Deus tinha decidido expulsar os pagãos adoradores de ídolos – as suas falsas religiões eram as verdadeiras atrocidades – e ele cumpriu a sua promessa com referência à terra ao garantir a vitória de Israel. Depois Deus expulsou os próprios judeus, e agora os cristãos são o povo de Deus, e nós não lutamos por uma terra porque o nosso reino é espiritual.

Nesse sentido, a violência dos santos do Antigo Testamento não tem relação com a agenda cristã. Do mesmo modo, quando executamos um criminoso, não se trata de uma tentativa de converter sua alma por esse alto, como se quiséssemos ameaçá-lo à fé. Trata-se de uma questão distinta da pregação do evangelho. Queremos que as pessoas creiam em seus corações, e não que meramente se vistam de uma aparência. Dessa forma, o uso da violência não é somente contra as ordens de Deus, mas é também impotente para obter o resultado que buscamos. O mesmo se aplica ao uso de truques e artimanhas, bajulação e apelos aos desejos pecaminosos dos homens. Ou você deseja a coisa errada, ou você não vai conseguir o que quer por nenhum outro método a não ser o discurso claro e sincero.

Nós apresentamos a mensagem do evangelho como uma questão de verdade e de erro, de justiça e impiedade. Assim, levamos para dentro da mente dos homens que isso é uma questão de certo e errado. Apelamos à consciência deles, e não às suas carteiras ou aos seus apetites e desejos sensuais. A propagação do Evangelho não é uma questão de sutileza na oratória, de manobra política, de relevância cultural ou social. É expressão clara da verdade que pronunciamos diante de Deus e em direção aos homens – não adulterada pela ambição e livre de filosofia humana. Essa obra está aberta a todos os crentes. Qualquer cristão pode falar a alguém sobre o Senhor Jesus Cristo em linguagem forte e honesta, e esperar que o Espírito Santo venha com grande poder e convicção.

Toda ferramenta preparada contra Ti!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Toda ferramenta preparada contra Ti......

"Toda ferramenta preparada contra Ti não prosperará; toda língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor e a sua justiça que de mim procede, diz o Senhor".

1) É Deus quem faz...
2) É você quem tem que fazer
3) A promessa é de Deus

Analisando pela hermenêutica, a primeira parte é Deus quem faz...
TODA FERRAMENTA FORJADA CONTRA TI...
  Ferramenta forjada, é aquela que previamente é preparada no fogo, moldada para uma determinada guerra, antecipadamente projetada. Isto, dando uma suposta certeza aos que assim trabalharam nesta ou nestas armas, de que elas seriam infalíveis.

É assim que o maligno trabalha. Ele recruta pessoas mentalmente fracas, de índoles pervertidas, caráter corrompido, e trabalha nestas mentes para se levantar contra tudo o que é objeto de culto a Deus. Certamente que o primeiro alvo são os santos de Deus.

Existem pessoas que se levantam contra pastores, contra o louvor, contra a liturgia, contra tudo, até contra a zeladoria. São pessoas de mentalidade fraca.
Lembre-se de uma coisa: São estas pessoas que precisam ser curadas, e não rejeitadas.

Ele diz que não prosperará. Descanse, pois nisto.
A segunda parte é você quem tem que tomar posição de guerra em oração...TU A CONDENARÁS...venha de onde vier, rejeite toda língua ferina contra você... Mas lembre-se, a nossa luta não é contra a carne e sangue, por isso, perdoe os que te acusam, ou os que te ferem levianamente, mas destrua em oração as palavras MALDITAS contra você.
E em terceiro lugar, as promessa vem de Deus: "Esta é a herança dos SERVOS do Senhor..." Deixe-se abraçar por estas promessas, pois, "esta é a justiça com que Ele te cobre..."

Em Isaías 59 estão escritas as palavras mais impressionantes com respeito a justiça e o juízo. Não existem lugares, aonde se possa encontrar, ver e viver estes atributos, pois é somente pela presença de Deus, que se manifestam, tanto a justiça, juízo e misericórdia.
Está escrito neste capitulo abençoado do profeta Isaías, que, o Senhor procurou por alguém e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor. Está escrito:
“Pelo que seu próprio braço lhe trouxe a salvação, e a sua própria justiça o susteve”.
E na continuidade da palavra profética, está escrito: “Porque se revestiu de justiça, como de uma couraça...” vers.16,17
Atente para esta palavra, pois,quando você, pela palavra da verdade, é abraçado pelo evangelho da salvação, a couraça da justiça, esta mesma couraça, é colocada sobre a sua vida, (Ef.6.14) para que você aprenda a apagar os dardos inflamados do maligno, aprenda a destruir as setas que voam ao meio dia e a amaldiçoar toda língua ferina, toda arma forjada contra você. É desta maneira que você trará sobre a sua vida...A JUSTIÇA QUE VEM PELA FÉ.

Que Deus te abençoe...você é mais do que vencedor.

E sereis como Deus

A simplicidade do Evangelho

Quando lemos atentamente a segunda epístola de Paulo aos Coríntios capítulo 11, ficamos até certo ponto, impressionados com a simplicidade da exortação em si mesma. Exortação esta, que o apóstolo dirige a uma igreja que conhecia e vivia, os dons e as manifestações do Espírito, e por que não dizer, em plenitude.
No entanto, devemos atentar para o que está escrito no versículo três, pois somos reportados ao principio da criação, exatamente na “queda”, sendo no nosso entendimento, a nossa herança de rebeldia.
E se o apóstolo Paulo, traz a memória, como exortação aos nossos corações, devemos estar atento com as mesmas manifestações, nas nossas vidas, com uma única intenção: A continuidade da queda.
Vejamos o que está escrito:
“Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com sua astúcia, assim também sejam, de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos e se apartem da simplicidade que há em Cristo”.
Palavras chave como “Astúcia, Enganou”, provém de uma natureza caída, que, exercitada por um interesse, tem por objetivo, repito, até certo ponto, perpetuar esta queda da criação de Deus.
Saliento três pontos chave:
1)Atrás da astúcia sempre tem um interesse.
2)A astúcia é ativa, e não passiva.
3)Pois algo a impulsiona.

O que provoca: “Corrompidos os vossos sentidos”, como resultado, “Aparte-se da simplicidade”.
Agora, atente para as três afirmativas fundamentais, daquele que, tendo nele mesmo o principio da rebeldia, move-se com astúcia dos seus próprios enganos. Ele induz o homem, aos seus próprios erros, senão, vejamos:
1)É assim que Deus disse?
Sintoma de dúvida. Quando você dúvida da Palavra de Deus, isto provém de um sentido de rebeldia, e a tendência é “ir” corrompendo os sentidos exatos da verdade.
-É assim que Deus disse? Nunca alimente dúvidas, com respeito a palavra de Deus. Acentue: Está escrito.
2)Certamente não morrereis.
Uma vez corrompido os sentidos da exatidão, fica mais fácil colocar no lugar da verdade, aquilo que se quer, mesmo sendo mentira. Deus disse: Morrereis. O diabo disse: Certamente não morrereis. Vemos hoje a colheita da semeadura dos enganos ministrados no meio chamado “evangélico”. No entanto, contemplamos a mortandade espiritual, que tem mais cheiro de morte para a morte, e o verdadeiro sentido de vida é relegado ao segundo plano.
3)Sereis como Deus.
Creio que este é o objetivo da própria soberba, pois foi assim no início. “Até que se achou iniqüidade em você”, e aí se precipitou, e não se achou mais lugar para ele.
Quando o homem se deixa levar pela soberba, mal se cuida de que este é o pecado que abertamente a palavra nos fala: Deus resiste ao soberbo...
Humilhe-se, que Deus ao seu tempo te exaltará...mas, nunca diga serei como Deus...