O lírio entre os espinhos

sábado, 16 de julho de 2011

Texto básico: Cantares 2.1-2
Introdução: Desde os primeiros séculos da era cristã, a história de Salomão e sua amada é interpretada como uma alegoria sobre Jesus e a Igreja. Ele é o lírio dos Vales e ela também é comparada a um lírio.
Tópico 1- Onde a igreja está plantada? Onde você está plantado?
O lírio entre os espinhos nos dá idéia de uma situação incômoda e de sofrimento.
Tópico 2 - Reações ao sofrimento. Você quer fugir. Um lírio não foge. Planta não foge. Se for retirada
do seu próprio lugar de forma indevida, poderá murchar e morrer. Muitas pessoas
abandonam o lar, o emprego, a escola, a igreja, fugindo dos espinhos.
Tópico 3 - Você está aí por um propósito de Deus (a não ser que sua situação seja contrária à
Palavra de Deus). Cumpra sua missão.
O lírio é muito diferente dos espinhos. Mostre a diferença cristã onde você estiver. Mostre
a beleza cristã, o contraste em relação à vida do ímpio.
Lírio tem perfume, espinho não tem. Exale o bom perfume de Cristo em seu modo de viver,
falar e se relacionar com os outros (até mesmo com os "espinhos").
Conclusão: No reino celestial não haverá espinhos. Ali receberemos toda recompensa por tudo o que
tivermos passado nesta terra.

Fidelidade até a morte

Texto básico: Apoc.2.10
Introdução: O que é ser fiel? É manter o compromisso, fazendo o que se deve fazer e evitando o que se deve evitar.
Tópico 1 - Até quando? "Até" é uma palavra chave do texto, que dá idéia de perseverança.
Até onde você vai seguir a Cristo?
Mencionar a trajetória dos discípulos com Jesus. Mat.20.22 Mat.26.33-35
Enquanto Jesus transforma água em vinho, multiplica pão e faz diversos milagres,
todos querem segui-lo.
No meio desse caminho existe uma cruz. Nesse momento, os discípulos fogem.
Tópico 2 - Causas de desvio:
a) Tentação da própria carne. (Tentação humana) (I Cor.10.13) (Tg.1.14)
b) Tentação do Diabo, quando ele se apresenta como se fosse um "amigo". Gn.3 Mt.4
c) Perseguição, quando o Diabo se apresenta como realmente é: inimigo. Mt.13.21
d) Risco ou ameaça de morte.
Vimos nesses itens, que a vida cristã apresenta DESAFIOS CRESCENTES, como também se observa em Mateus 7.24-27 (chuva, rios, ventos).
Tópico 3 - O desvio para uma vida de infidelidade demonstra FALTA DE ALICERCE (Mt.7).
Que alicerce seria esse? Experiências com Deus e conhecimento da Palavra de Deus.
Conclusão: Recompensa para os fiéis: a coroa da vida (Ap.2.10).
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A arca da aliança

Texto básico: Êxodo 25.10
Introdução: Os templos pagãos tinham imagens de ídolos. O tabernáculo de Israel tinha arca como símbolo da presença de Deus e do compromisso entre Deus e Israel.
Tópico 1 - Episódios envolvendo a arca:
Bezaleel fez (Êx.37.1)
Eli perdeu (I Sm.4.11)
Davi recuperou (I Cron.15.25-29 16.1).
Tópico 2 - Hoje, o tabernáculo de Deus é o próprio homem. (I Cor.3.16). Todo homem precisa da arca, a presença de Deus em sua vida. De que serve um tabernáculo vazio? Talvez será invadido por outros "moradores"
Tópico 3 - O que havia dentro da arca? (Hb.9.4) O maná, a lei gravada em pedras, a vara florescida de Aarão.
O maná representa Jesus (João 6.31-35). A lei corresponde à palavra de Deus, a Bíblia. A vara de Aarão, um galho seco que floresceu, é uma demonstração do poder do Espírito Santo. Para se ter a presença de Deus DENTRO do homem, é preciso aceitar a Jesus. Para que essa presença possa ser plenamente atuante, é necessário o conhecimento da palavra de Deus e a unção do Espírito Santo.
Conclusão: Um dia a arca foi perdida, mas alguém a recuperou. Através de Adão, toda a humanidade perdeu sua comunhão com Deus. Muitos cristãos perderam tantas bênçãos de Deus com o passar do tempo. Tantas manifestações de Deus deixaram de acontecer!
Quando Davi recuperou a arca, houve uma grande festa. Transforme sua vida em uma festa espiritual.
(Fazer apelo para que se recupere a "arca")

A conversão de Cornélio

Texto básico: Atos 10 versos 1 a 8, 21 a 27, 34 a 36 e 43 a 48
Introdução: Falar um pouco sobre o domínio do Império Romano sobre a região da Palestina nos primeiros séculos.
Tópico 1 - Quem era Cornélio? Um centurião, oficial do Império Romano. Gentio.
Tópico 2 - Características de Cornélio: Um homem que CRIA no Deus verdadeiro e era TEMENTE a Deus. Um homem que tinha visões espirituais. Tinha suas orações ouvidas por Deus. Um homem que praticava boas obras. PORÉM, NÃO ERA SALVO.
Cornélio tinha muitas qualidades e um problema: estava espiritualmente perdido.
Tópico 3 - O quê ou quem não podia salvar Cornélio: suas boas obras não podiam salvá-lo. O anjo que lhe apareceu não podia salvá-lo (o anjo não podia nem pregar-lhe o evangelho). Pedro podia pregar o evangelho, mas não podia salvar Cornélio. (Quantos hoje colocam sua fé em Pedro e em tantos outros supostos ajudadores espirituais!) (Obs.: Cornélio se ajoelhou para adorar a Pedro, mas este não aceitou).
Tópico 4 - Quem podia salvar Cornélio? Jesus.
Conclusão: Cornélio não apenas creu, mas também se decidiu por Cristo.
(Fazer apelo para que os ouvintes aceitem a Cristo).

A Importancia da celebração da santa ceia

sábado, 9 de julho de 2011


A Importância da Santa Ceia para a Igreja de Cristo:  A Ceia do Senhor Jesus, é uma das Festas mais solene da Igreja, de muitíssima importância. A sua importância relaciona-se com o passado, o presente e futuro.

  Sua importância no Passado: É um ato «memorial» (gr. anamnesis) da morte de Cristo no Calvário, para nos remir da condenação (Luc 22.19; 1 Cor 11.24-26). «...Fazei isto em memória de mim...». Este é um importante elemento na Ceia do Senhor Jesus. Trata-se de uma memorial em face de tudo quanto Cristo foi e fez pelos homens, sobre tudo em sua expiação. Umas das funções da Ceia do Senhor Jesus é de fazer-nos lembrar a redenção que possuímos através de Cristo, que estende potencialmente a todos os homens, tal como a páscoa levou a nação de Israel a lembrar-se de sua redenção da servidão no Egito. Na celebração da Santa Ceia, as nossas mentes se voltam para o Calvário, relembrando do Sacrifício de Jesus, em nosso favor. Embora, que em todo tempo devemos lembrar-nos deste Santo Sacrifício, todavia, temos um dia especifico e oportuno para esta comemoração e meditação. É também um ato de «ação de graças» (gr. eucharistia) pelos benefícios provenientes do sacrifício de Jesus Cristo (Mat 26.27,28; Marc 14.23; Luc 22.19). «...Fazei isto...», isto é, «repeti este rito memorial, em lembrança de minha pessoa». Cumpre-nos relembrar tudo quanto Cristo fez em prol da humanidade, na redenção e na esperança que Ele nos trouxe; não permitamos que a sua vida seja vã para conosco, reconheçamos a importância da mesma. Tudo isso devemos perenemente relembrar.
   A ordenança sobre o elemento «memorial» da Ceia do Senhor Jesus, é levada a efeito para mostrar Cristo aos homens, para conservá-lo na lembrança dos crentes, e, sobretudo para relembra a «morte» de Cristo. É importante conservar o seu sacrifício expiatório perante os olhos dos homens. Este «memorial» entrou em vigor desde que Cristo encerrou a última refeição pascal com os seus discípulos, até à sua vinda. Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é uma forma especial de «ação de graças», pelo dom inefável de Jesus Cristo, o Redentor de todos os homens.
  Sua importância no Presente: A Santa Ceia expressa a nossa «comunhão» (gr. koinonia) com Cristo e, de nossa participação nos benefícios oriundos da Sua morte sacrificial e ao mesmo tempo expressa a nossa «comunhão» com os demais membros do Corpo de Cristo (1 Cor 10.16,17). A Santa Ceia, a mesa do Senhor Jesus é o lugar onde Cristo, o hospedeiro, se encontra com os remidos, é a mesa onde os dons preciosíssimos são dados e recebidos. É o lugar onde Cristo se identifica com a necessidade humana, a verdadeira necessidade, a necessidade da alma. A Santa Ceia é o símbolo da nossa união com Cristo. É o sinal externo e visível de uma graça interna e invisível. A Santa Ceia é uma festa de «ação de graças» onde rompemos em louvor a Cristo. Lembre-nos que a Mesa é do Senhor Jesus, Ele é quem nos convida a participar deste ato glorioso, foi Ele que se ofereceu e se entregou por nós, o convite é de Cristo, o hospedeiro, nós somos os seus convidados. Que glorioso é saber que Cristo não está ausente, mas presente conosco, de uma forma tão tremenda, que dEle participamos, ao comermos do pão e bebermos do suco da videira, os elementos que representam essa comunhão.
  Sua importância no Futuro: A Santa Ceia é um ato que antevê a volta iminente de Jesus Cristo para arrebatar a Sua Igreja e, um antegozo em podermos participar com Cristo, na Ceia das Bodas do Cordeiro (esta Ceia não é literal, mas figurada, espiritual, mística, pois lá (no reino celestial) não existe nem pão e nem suco de uva, (Luc 22.17,18,30; Apoc 19.9)). Uma das expectações de Paulo com relação à vinda de Cristo era a comemoração da Ceia do Senhor Jesus, quando esperançoso ele disse aos coríntios: «Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha» (1 Cor 11.26).
   «...anunciais a morte do Senhor, até que ele venha». Cristo foi arrebatado de nós em sua presença física. Mas até mesmo essa sua presença física nos será restaurada. Paulo vivia na expectação diária desse acontecimento, visto que não esperava o grande intervalo da era da Igreja, que já se prolonga por quase vinte séculos. Mediante a adição destas palavras, ele determinou a prática contínua da ordenança da Ceia do Senhor, até à restauração da presença visível do Senhor Jesus. Isso ensina a «perpetuidade» desse rito; e vai de encontro a interpretação dos «hiperdispencionistas», os quais ensinam que o batismo em água e Ceia do Senhor Jesus não tinha por intuito fazer parte das atividades permanentes da era da Igreja, mas antes, que deveriam ser eliminados, como sucedeu a todos os ritos e cerimônias, a fim de que a pura graça reinasse sem quaisquer ordenanças que simbolize a fé cristã. Mateus (o único entre os evangelhos sinópticos) concorda com Paulo sobre o sabor escatológico e profético da Santa Ceia (Mat 26.29; 1 Cor 11.26). Nela não só exibimos a morte do Senhor Jesus, «até que ele venha», mas também pomo-nos a meditar o sobre o tempo em que ele voltará para celebrar a Sua Santa Comunhão com os que lhe pertence, em seu reino glorioso. Cada celebração da Ceia do Senhor Jesus é uma prelibação e antecipação profética do grande banquete de casamento que está sendo preparado para a Igreja.
       As bênçãos e a segurança para aqueles que celebram a Santa Ceia            
   O Sacrifício de Jesus Cristo e a Santa Ceia estão inseparavelmente ligados. Consideramos que A Ceia do Senhor Jesus é um a «Festa espiritual em torno do Seu Sacrifício» (1 Cor 10.14-22). «Em memória de mim...» (Luc 22.19; 1 Cor 11.25,26). Visto que o sacrifício de Cristo tem que ser espiritualizado em tantos pontos, a linguagem acerca da Festa em torno de Seu sacrifício é indubitavelmente espiritualizada também, mas não deve ser despida do seu significado. Não participamos de um Cristo meramente físico, mas do Cristo Glorificado, o Deus que se encarnou. O modo pelo qual Cristo se mostra disponível para a nossa participação sobre a terra, hoje em dia, é presumivelmente na qualidade de Espírito Santo (João 14.16,17; 1 Cor 3.16).
   Semelhantemente, quando Jesus tomou o pão e o vinho (fruto da vide) e deu aos Seus discípulos, dizendo: «Fazei isto em memória de mim», não estava simplesmente a exortá-los para que mantivessem boa comunhão entre si, mas estava transmitindo um rito mediante o qual podiam mostrar em símbolo a Sua Presença Eterna com a Sua Igreja. Assim é que a Igreja tem aceitado o simbolismo das ordenanças; o Batismo em Água e a Ceia do Senhor Jesus. No pão e no vinho (fruto da vide) o adorador recebe mediante a fé, o verdadeiro Corpo e o Sangue de Cristo. Porque celebrar a Santa Ceia é participar de tudo o que Cristo fez por nós. Nas águas do Batismo simbolicamente significa a identificação da pessoa com Jesus Cristo na Sua morte, sepultamento e ressurreição e também o seu ingresso no Corpo de Cristo, externando que a pessoa é Igreja de Cristo (Rom 6.3-5; Col 2.12). Com essas ações a Igreja simboliza sua fé; mediante disto, as ordenanças não são apenas ilustrações, «mas também canais prescritos para a recepção da graça Divina» Enquanto estamos neste mundo, as ordenanças e os símbolos são necessários. Somente um espírito desencarnado é que pode ignorar estes fatos. O cristianismo é uma religião espiritual e mística, mas, todavia, que tem os seus símbolos, que representam a verdade acerca do Cristianismo. Por isto, ao celebrarmos a Ceia do Senhor Jesus de modo correto e ordeiro, conforme os principio bíblicos, observando todo o estatuto para dela participarmos, podemos assegurar:
  A) A Nossa genuína comunhão com Jesus Cristo:   Ao participarmos da Santa Ceia estamos garantindo a nossa comunhão com Cristo, a Cabeça da Igreja. Afinal fomos chamados à comunhão com Jesus Cristo e através da Santa Ceia, ao participar-se dela é que nós demonstramos e provamos esta comunhão. A nossa comunhão com Cristo só é assegurada quando participamos do Seu Corpo e do Seu Sangue, quem não participa do Seu Corpo e do Seu Sangue não está em comunhão com Ele e, não tem a Vida Eterna (João 6.53–58). Ao celebrarmos da Santa Ceia, participamos da alegria, da vida, dos sofrimentos e da Glória de Jesus Cristo (2 Cor 1.3-7; 1 Ped 4.12-14). Afinal vivemos e participamos de Cristo (2 Cor 5.15). Cristo não é apenas o organizador da festa; Ele é a própria festa.
  B) Nossa participação nos benefícios provindos do Sacrifício de Jesus Cristo: Na participação do Corpo e do Sangue de Cristo, demonstramos (tanto internamente como externamente) que seriamente temos aceitado o Sacrifício de Cristo e, que pela fé, assim fazendo, estamos compartilhando de todos os Benefícios oriundos daquEle Santo Sacrifício (Rom 3.24,25; 4.25; 5.6-21; 1 Cor 5.7; 10.16; Efés 1.5,7; 2.13; Cl 1.20; Heb 9-10; 1 Ped 1.18-21; Apoc 1.5). Ver o ponto acima.
 C) Nossa comunhão com os demais membros do Corpo de Cristo:  Primeiro é preciso termos comunhão com Cristo, a Cabeça do Corpo, mas também se faz necessário em ter comunhão como os demais membros do corpo de Cristo, a Sua Igreja (Atos 2.42: Filip 1.22; Col 1.18; 1 João 1.7). Ao celebrarmos a Santa Ceia de Cristo comprovamos a nossa «unidade espiritual» em Cristo Jesus e, que compartilhamos dos mesmos propósitos, da mesma fé, do mesmo amor, da mesma Palavra, das mesmas promessas, da mesma pureza e da esperança futura com Cristo na Sua Glória (João 17.21; Atos 20.34-38; Rom 12.5,10-20; 1 Cor 10.17; 12.12-27; Gál 3.28; Efés 4.13; 2 Tim 2.3). A Santa Ceia reúne todos os comprometidos com Cristo em torno dEle, pois está Presente conosco. Ninguém pode dizer que está em comunhão com Jesus Cristo e conosco se não participar do Seu Corpo e do Seu Sangue (João 6.53-58).
    Ao Celebrarmos a Santa Ceia, estamos assegurando o nosso Arrebatamento para o céu: Alguém pode chegar a pensar que o arrebatamento da Igreja e a Ceia do Senhor Jesus são casos distintos, ou que o arrebatamento independe da celebração da Santa Ceia de Cristo. Todavia, aqueles que não participam da Santa Ceia de Cristo ou participam indignamente, podem estar preparados para o arrebatamento da Igreja de Cristo? a) Como estão preparados se não estão em comunhão com Cristo e com a Sua Igreja! b) Se não estão discernindo o Corpo e o Sangue de Cristo, nos elementos da Santa Ceia! c) Não estão participando dos benefícios oriundos do Sacrifício de Jesus Cristo! d) Se não estão em santificação! Por isso, dissemos com precisão, aqueles que comem o pão e o cálice do Senhor Jesus, conforme o estatuto contido nestes ensinamentos, estão preparados para a qualquer momento serem arrebatados (Sal 24.3-5; Mat 5.8; Col 2.10; Heb 12.14; 1 Cor 11.29). Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é o nosso «alimento e bebida espiritual» que satisfaz os anseios da nossa alma, significando participação no Cristo ressuscitado, garantindo-nos a Vida Eterna (João 6.32-32,48-58). Não podemos esquecer, que o simbolismo da Santa Ceia expressa a realidade espiritual e mística, da nossa participação no Sangue e no Corpo de Cristo. Sem essa participação espiritual e mística (contato genuíno), simbolizada pelo pão e pelo suco de uva, não temos qualquer garantia de salvação.